Bem-vindo(a) ao meu Blog. Este recanto da Internet destina-se aos meus desabafos, pensamentos e outras tretas e está disponível para quem tiver saco para os ler. Eu ficarei muito contente com isso, mas muito mais se a leitura for acompanhada por comentários. Divirtam-se tanto a ler, como eu a escrever...
11/03/2006
Desafio - 4 coisas que...
Quatro empregos que já tive na vida:
1. Técnico de som
2. Paquete
3. Fotógrafo
4. Jornalista
Quatro filmes que posso ver vezes sem conta:
1. When Harry Met Sally
2. O Senhor dos Anéis
3. Pulp Fiction
4. Top Gun
Quatro sítios onde vivi:
1. Lisboa
2. Porto Salvo
3. Lua
4. Mafra
Quatro séries televisivas que tento não perder:
1. Simpsons
2. Perdidos
3. Pimp My Ride
4. Cribs
Quatro sítios onde estive de férias:
1. Algarve
2. Torremolinos
3. Porto Côvo
4. Valença do Minho
Quatro dos meus pratos preferidos:
1. Pescada de Fricassé
2. Bifinhos com natas e cogumelos
3. Arroz de Pato
4. Bife com batatas fritas e ovo estrelado
Quatro Websites que visito [quase] diariamente:
1. O GMail
2. O Recanto Cibernético
3. O Já Cá Está a Raquel!
4. O eBay
Quatro sítios onde gostaria de estar agora:
1. Aqui no escritório de casa
2. Times Square (NY)
3. Hawai
4. No cinema
Quatro bloggers que desafio a fazer este questionário:
Cláudia: reuseit.blogspot.com
Marisa: nucleomole.blogs.sapo.pt
Sara: tentativadealgodejeito.blogspot.com
Rosa: sorrisos-aos-molhos.blogspot.com
07/03/2006
Sistemas de segurança
Um estudo recente demonstrou que um novo cinto de segurança poderá reduzir o risco de acidente em cerca de 45 por cento. Uma conhecida marca de automóveis francesa cujo logotipo tem a forma de um losângulo, encontra-se já a estudar uma forma de o instalar em todos os seus modelos, de forma a que sua classificação de cinco estrelas não seja minimamente afectada.
22/02/2006
História de Portugal (ultra-condensada)
Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe e acabou por se vingar na pandilha de mauritanos que vivia do outro lado do Tejo.
Para piorar ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer e não teve muito tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu. Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi desta para melhor.
Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão e ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos ao filho que era dado aos desportos náuticos. De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Maputo, Ormuz, Calecute, Malaca, Timor e Macau.
Quando a coisa deu para o torto, ficou nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação e resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de Alcácer-Quibir para uma cena de estalo. Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta do estaminé até chegar outro João que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos.
Com conventos a mais e dinheiro a menos, as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo arranjado outra vez, graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para o bricolage e não era mau tipo apesar das perucas um bocado amaricadas.
Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar se o Pedro podia vir brincar e o irmão mais novo, o Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de armar confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios.
A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa e foi por isso que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos quando passeava de carroça pelo Terreiro do Paço. O pessoal assustou-se com o barulho e escondeu-se num buraco na Flandres onde continuaram a ouvir tiros mas apontados a eles e disparados por alemães. Ao intervalo, já perdiam por muitos mas o desafio não chegou ao fim porque uma tipa vestida de branco apareceu a flutuar por cima de uma azinheira e três pastores deram primeiro em doidos, depois em mortos e mais tarde em beatos.
Se não fosse por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar boatos.
Comunistas dum camandro! Tanto insistiram que o velhote se mandou do cadeirão abaixo e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um molho cravos em cima do assunto.
Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira numa exposição mundial e mamar duas secas da Grécia na final.
E o Cavaco?
O Cavaco foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo.
FIM
17/01/2006
E pronto, cá estão elas em acção!
Já passou algum tempo desde que as novas carrinhas Audi A4 1.8T foram apresentadas como sendo os novos equipamentos da Brigada de Trânsito, mas só agora começam a surgir as primeiras imagens destes modelos em acção. Depois dos já famosos BMW 330d, Subarus, etc, etc, é agora altura das carrinhas A4 controlarem os usos mais abusivos do pedal do lado direito, o que acho bem, desde que não seja uma autêntica caça à multa, com a área de fiscalização a coincidir sempre com a zona das multas mais caras e mais rentáveis para os cofres do estado. Quanto a nós condutores, só espero que não adoptem o sistema que tem estado a ser utilizado na A8 e na A21, onde os procedimentos de controlo de velocidade são dos mais criativos que existem e só mesmo quem os inventam é que julga que ninguém repara. De todos eles destaco as últimas criações:
- Na saída da estação de serviço da A8, de manhã, na direcção Torres-Vedras/Lisboa, o radar é colocado no "V" do rail de protecção, enquanto que o Nissan Sunny branco fica um pouco mais atrás, para passar despercebido.
- Em plena descida, uma pouco mais à frente (também no sentido Torres Vedras/Lisboa) o mesmo Nissan Sunny é estacionado na berma, em plena auto-estrada com o triângulo de sinalização colocado como se estivesse avariado e com a mala aberta, para dar a ideia que se está a mudar um pneu ou algo do género. Neste caso, também reparei que o capot fica aberto com uma estaca de madeira e que o radar está montado mesmo em frente ao carro.
- Na auto-estrada de Mafra existe uma área onde poderá vir a ser criada uma nova estação de serviço e as divisórias em betão que limitam o seu acesso e saída são perfeitas para esconder o radar e o respectivo agente que tem de estar presente, ainda que as temperaturas rondem os seis graus de manhã e o Nissan Sunny não esteja presente.
- Na descida da CREL (no sentido Queluz/Alverca) também é frequente estar um Nissan Sunny branco parado na berma, mesmo no final da descida, que é "a zona em que os carros passam mais depressa e se regista a velocidade mais elevada", tal como já ouvi...
E eles também já andam... Pois é, pelos vistos a fiscalização do trânsito também já é feita de Mitsubishi Lancer Evo8!
14/01/2006
Afinal é para quando?
10/01/2006
Já cá está a Raquel!
06/01/2006
Está espectacular!
04/01/2006
Está quase...
06/12/2005
Um táxi muito especial
Todos sabemos que no sul de França há Táxis um pouco especiais e a prova disso está justamente na saga de filmes Táxi, onde um Peugeot 406 consegue prestações incríveis. No entanto, longe dos filmes também há exemplos dignos de registo.
Esta semana começou com uma ida a Nice e uma noite passada num daqueles hotéis em que o preço por noite é mais elevado que o meu ordenado mensal. Como prova de que é tudo à grande, o táxi que descobri à porta deste hotel não era nada mais do que um Mercedes-Benz S55 AMG!! Este modelo, comercializado em Portugal até há bem pouco tempo (entretanto foi lançada a nova geração do Classe S) poderia ser adquirido por uns meros 176 097 euros, tinha um motor de 5439cc com 500 cavalos de potência, conseguia atingir facilmente os 250 km/h (nos poucos em que ainda existia limitador electrónico de velocidade) e estava a ser utilizado como Táxi! Será que está destinado apenas a clientes com pressa?
Uma simples oficina
Ter a oportunidade de ir até ao Mónaco e não passar à porta desta oficina devia ser considerado crime! Até porque no seu interior estão diversos dos modelos utilizados nos sonhos de muita gente. Desde um Enzo até um F40, diversos modelos da escola antiga, passando por inúmeros Modenas e até dois ou três dos novos F430, todos lá estão alinhados e prontos para a "revisão"...
24/11/2005
Lá vem o frio...
Nas antigas manhãs da Rádio Comercial, em que o Pedro Ribeiro recebia diariamente a companhia da simpática Maria de Vasconcelos e do grande Nuno Markl, relembro uma expressão espontânea deste locutor, assinalando a chegada do friorento Inverno:
"Não está frio nem está orvalho...
...está, é um briol que não se aguenta!"
E é bem verdade. Parece que desta vez o frio veio mesmo para ficar e já tenho os ossos gelados. Os temas natalícios já estão na ordem do dia e a roupa mais quente já é uma escolha obrigatória.
20/11/2005
Rendez-Vous
O filme "Rendez-Vous" que podem ver em cima (graças ao site Tyromaniac), foi filmado na década de 70 em Paris. Diz-se que o cineasta Claude Lelouch, já conhecido pelo seu trabalho em filmes como Bullit ou The French Connection, não tinha ruas cortadas e que o filme não tem qualquer tipo de imagem acelerada. Claude apenas montou a camara no carro e conduziu desta forma pelas ruas de Paris.
Fala-se que o carro usado foi um Ferrari 275 GTB, mas também há muita gente que fala na hipótese de se tratar de um Porsche, uma vez que era o carro de Lelouch na altura. Também se comentou que o condutor seria um piloto de Fórmula 1 da altura e que este tinha sido preso após esta viagem, mas como foram tantas as infrações cometidas e o pedido de bloqueio das ruas por parte de Lelouch nunca foi aceite, a identidade deste piloto também nunca foi conhecida.
Os mais incrédulos já se deram ao trabalho de medir a distância em quilómetros das ruas percorridas e calcular a velocidade média necessária para percorrer essa distância no tempo que o filme demora. No entanto, falso ou não, trata-se de um bom filme de condução que merece ser visto e ouvido por quem gosta de automóveis.
Links relaccionados:
- Duke Video - Edição em DVD, para venda
- Wikipédia.fr - Relato do próprio Claude Lelouch
- Speed of a Car: C'etait un Rendezvous - Factos sobre o filme
E ainda... Caso o link de cima não funcione, cá está outro!
15/11/2005
Passar o tempo num hipermercado
2. Programem os despertadores para tocarem de 5 em 5 minutos.
3. Vão ao apoio a clientes e perguntem se vos podem reservar um pacote de M&Ms.
4. Montem uma tenda na secção de campismo e digam aos outros clientes que vão passar a noite por lá. Convençam as pessoas a trazerem almofadas da secção têxtil e a juntarem-se a si.
5. Quando um funcionário vos perguntar se precisam de ajuda, começem a chorar e gritem: "Porque é que vocês não me deixam em paz?!?!!?!?"
6. Encontrem uma câmara de vigilância e usem-na como espelho enquanto tiram macacos do nariz.
7. Procurem uma faca de trinchar bem afiada, levem-na convosco durante todo o percurso das compras e vão perguntando aos funcionários se ali vendem anti-depressivos.
8. Deslizem pela loja com um ar suspeito, enquanto cantam o tema da "Missão Impossível".
9. Escondam-se atrás da roupa que está exposta em cabides e quando alguém estiver a ver os artigos gritem "ESCOLHE-ME! LEVA-ME PARA CASA!"
10. Quando alguém anunciar seja o que for no altifalante, deitem-se no chão, em posição fetal, e gritem: "Nããããããõ! As vozes! Outra vez as vozes!"
E, por fim: Vão ao provador de roupa. Fechem a porta, aguardam um minuto e depois gritem:
"Onde é que está o papel higiénico????!"
11/11/2005
Sexta-feira!
10/11/2005
Gripe das aves
Esta imagem pode ser vista no blog objectos.blogspot.com e destaca-se pela sua originalidade, tal como muitas das outras lá publicadas. Ainda assim, esta faz sobressair um tema bastante actual e o rídiculo em que se podem tornar algumas das interpretações súbitas àcerca deste problema.